27/06/2022 às 08h58min - Atualizada em 27/06/2022 às 08h58min

Após repercussão, Sejusp ‘explica’ fala sobre narcotráfico entre indígenas

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Após a repercussão, inclusive, internacional sobre o confronto em Amambai na última sexta-feira (24), que acabou na morte do indígena Vitor Fernandes, de 42 anos, e outros três policiais militares feridos, a Sejusp  (Secretaria de Estado e Segurança Pública) explicou fala sobre narcotráfico, apenas, como exemplo.

Um boletim de ocorrência foi registrado no dia 23 deste mês – um dia antes do confronto com morte – por esbulho possessório pela gerente da fazenda onde está narrado que, indígenas invadiram o local, mas com a chegada dos policiais do Choque, os índios teriam ido embora.

Em seguida após a saída dos militares da propriedade rural, quatro indígenas teriam voltado para a fazenda armados fazendo ameaças e vandalismo no local. Ainda foi relatado que no interior da fazenda havia cerca de 30 indígenas, e que estariam em busca de terras.

Conflitos em áreas indígenas são assuntos tratados pela Policia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal). Em nota a PF ressaltou que “Compete aos agentes federais apenas “garantir a integridade de comunidades indígenas, quando essas se encontrarem em risco.”

Durante coletiva na sexta, Antônio Carlos Videira, secretário da Sejusp, havia dito que os policiais foram ao local após denúncias de tráfico de drogas, o que foi rebatido em nota publicada pelo Cimi (Conselho Indigenista Missionário) que é ligado a CNBB  (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

 


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