24/01/2022 às 19h29min - Atualizada em 24/01/2022 às 19h29min

Acusado de matar pai e filho em Amambai nega crimes

A recompensa proposta por pistas dos assassinos não deve ser paga, já que a prisão do suspeito foi feita por meio das investigações policiais

correiodoestado

Diego Victor Ferreira dos Santos, escrivão da Polícia Civil de Amambai e que atuou no interrogatório, disse ao Correio do Estado, que o acusado expressou versões "estranhas" durante a audiência.

O indígena contou à polícia que no dia dos crimes teria ido à fazenda com outra pessoa que estaria interessada na morte do fazendeiro. 

De acordo com relato do acusado, a vítima estaria devendo "dinheiro e uma carreta [caminhão]" à tal pessoa, que nem sequer o nome o acusado se recorda.

 

Disse que teria bebido o tempo todo e que não se lembra de nada. Nem que atirou na vítima ou no filho dela", disse o escrivão.


Quanto à suposta participação do indígena de 16 anos de idade, Siguinaldo refutou a ideia. "Ele [detido] disse que o irmão nem estaria com ele no dia do crime".

 

Ainda conforme o escrivão, a recompensa proposta por pistas dos assassinos não deve ser paga, já que a prisão do suspeito foi feita por meio das investigações policiais.

O escrivão disse anda à reportagem, que a captura de Siguinaldo contou com a ajuda de líderes indígenas.

Logo depois das perguntas, Seguinaldo, o índio, foi levado para o presídio de Amambai, onde vai aguardar audiência judicial.

Se provado sua participação e sentenciado pelo caso, a pena pelo crime alcança 30 anos de regime fechado.


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