17/05/2021 às 11h10min - Atualizada em 17/05/2021 às 11h10min

Namorado da amambaiense Mariana, tem prisão domiciliar concedida com tornozeleira

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Foi concedida a prisão domiciliar para o namorado de 19 anos, de Mariana Vitória Lima também de 19m anjos, que morreu em um acidente neste fim de semana quando estava em cima do capô do carro que era conduzido pelo rapaz na Via Park.

Segundo o advogado de defesa Marlon Ricardo, o rapaz deverá usar tornozeleira eletrônica e ficar é em prisão domiciliar. A Justiça acatou os argumentos da defesa de que Rafael Souza tem bons antecedentes criminais, como também residência fixa e trabalho.

Na peça de defesa, o advogado Marlon Ricardo afirma que este tipo de ‘brincadeira’ é comum entre os jovens, e que o rapaz teria bons antecedentes criminais, como também residência fixa e trabalho não justificando a sua prisão.

Em um dos trechos o advogado diz, “Apesar de ter sido imensamente noticiado na mídia que a vítima teria tentado impedir Rafael de dirigir pois ele estava sob o efeito de álcool e, para tanto, teria se segurado no capô do veículo, ninguém sabe de onde saiu essa versão, nem mesmo, a autoridade policial”.

Em continuidade fala, “Conforme pode ser visto no depoimento dos condutores, o que Rafael disse logo após o acidente, ainda em choque pela consequência nefasta de uma brincadeira de namorados, foi que a vítima estava dirigindo e, depois, eles trocaram e ela se pôs no capô”.

“O que ocorreu, e não é negado pelo depoimento dos condutores é que houve uma brincadeira, infeliz brincadeira onde o casal de namorados trocava de posição. Em um momento, Rafael se põe no capô e a vítima dirige. Em outro, eles trocam. Infelizmente, tal brincadeira inconsequente, acabou resultando na morte da vítima”.

A Polícia Civil analisa mais 10 imagens de câmeras de segurança para confrontar no depoimento do namorado de 19 anos, Mariana Vitória Lima que acabou morrendo atropelada por ele, na madrugada de sábado (15), na Via Park.

Segundo a delegada Joilce Ramos, com estas novas imagens será possível ver se houve ou não a troca de volante como foi dita pelo rapaz em um primeiro depoimento ainda na especializada no dia do acidente, quando relatou que o casal estava ‘brincando’ de subir no capô do veículo Etios que era de Mariana.


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