15/05/2020 às 13h55min - Atualizada em 15/05/2020 às 13h55min

Combate à corrupção policial e contrabando em MS prendeu 3 ex-comandantes de Amambai

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A operação deflagrada contra a corrupção no meio da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul prendeu alta cúpula da segurança envolvidos no contrabando de cigarros vindos do Paraguai. Entre os presos estão ex-comandante do DOF (Departamento de Operações de Fronteira), Kleber Haddad Lane.
Confira os nomes dos presos, ex-comandante do DOF Kleber Haddad Lane que consta no portal da transparência como cargo especial de assessoramento com salário de R$ 8 mil.
O ex-comandante do DOF, Kleber Haddad, preso na manhã desta sexta-feira (15) durante a deflagração da operação Avalanche ocupou o comando do departamento de 2017 até janeiro de 2019 quando saiu para ocupar cargo de superintendente da Segurança Pública, no Estado.
  • Tenente-coronel Carlos da Silva, do 3º Batalhão de Dourados com salário de R$ 23.766. No portal da transparência ainda consta, que o tenente ocupa cargo da alta cúpula como oficial superior.
  • Tenente-coronel Wesley Freire de Araújo ocupando cargo com salário de R$ 23.766 - ex comandante em Amambai
  • Tenente-coronel Josafá Pereira Dominoni nomeado com salário de R$ 22.851, foi comandante do 8º Batalhão da PM de Nova Andradina e atualmente estava no comando da 5º Companhia Independente da Polícia Militar de Campo Grande - ex comandante em Amambai
  • Major Luiz César de Souza Herculano Coxim com salário de R$ 19.464,15. O militar assumiu o 5º Batalhão da PM da cidade em fevereiro após a saída do QOPM Márcio Ávalo Cabanha. Herculano já era subcomandante da corporação e acumulou as funções.
  • Também o do tenente-coronel Jidevaldo de Souza Lima. Jidevaldo de Souza Lima já foi condenado a três anos e 10 meses por prevaricação e peculato. Ele era capitão e comandante da Polícia Militar em Amambaí, na fronteira entre Mato Grosso do Sul e Paraguai. Na época, ele foi transferido do local e respondeu por vários crimes, como prevaricação e peculato, sendo condenado na Justiça Militar a cumprimento da pena em regime aberto. O caso transitou em julgado em junho de 2013, mas Jidevaldo foi beneficiado com extinção da pena em fevereiro de 2015, quando passou a ter efeito o indulto de Natal concedido tradicionalmente pela Presidência da República – no caso, o indulto de 2014

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