23/02/2018 às 20h52min - Atualizada em 23/02/2018 às 20h52min

Prefeitura e Simted fazem acordo para pagamento do piso em 2018

Assessoria Simted

Membros da diretoria do Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Simted) de Amambai, reuniram-se na manhã de quarta-feira (21), com o Prefeito Municipal de Amambai, Dr. Bandeira.

Participou também do encontro, o secretário municipal de fazenda, Williams Fernandes, que expôs aos educadores dados e números sobre a arrecadação municipal, bem como da arrecadação e repasse do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Durante o encontro, a direção do Simted apresentou ao prefeito algumas reivindicações da categoria e cobrou do executivo a definição de uma política salarial para os trabalhadores da rede municipal de ensino. Outra reivindicação apresentada foi a realização de eleição direta para escolha da direção das escolas.

Também foi cobrado do prefeito o pagamento de 2%, referente à complementação salarial da Lei do Piso do ano passado (2017), além do reajuste do piso deste ano.

Durante a reunião, o gestor municipal comprometeu-se em realizar o pagamento do piso salarial da mesma forma que foi acordado com o Estado, pagando os 6,81% do piso nacional da categoria em duas etapas, a primeira em março, durante a data base de todos os servidores, e o que faltar em outubro.

Sobre os 2% referente à complementação salarial ainda de 2017, o prefeito afirmou que a administração ainda não tem condições de efetuar o pagamento, haja vista, a queda na arrecadação em 2017.

**Eleições para diretores**

Sobre as eleições diretas para a escolha da direção das escolhas, o gestor afirmou que já começa a ser feita neste ano, quando as escolas indígenas do município escolherão os diretores para atuar na próximo ano.

Em 2019, acontecem as eleições para diretores do Ensino Fundamental. Dr. Bandeira ainda disse que está irredutível sobre a decisão que tomou de não fazer eleição para diretores da educação infantil.

De acordo Humberto Vilhalva, é preciso que o poder público municipal tenha uma politica salarial definida para a categoria. "A nossa luta é para que o município aplique uma política salarial específica para os trabalhadores na educação, assim como o Estado faz", cobra Humberto.

Humberto lembra ainda que a categoria tem estatuto próprio, lei própria e é considerada uma categoria diferenciada. "Não queremos uma politica salarial linear para todos os servidores públicos do município. As nossas conquistas não podem ser ignoradas, não devem ser lembradas somente nos períodos eleitorais, onde, a proposta de priorizar a Educação serve de discurso para a classe política", finalizou Humberto.

Fonte: Moreira Produções – Assessoria Simted 
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