26/05/2017 às 21h29min - Atualizada em 26/05/2017 às 21h29min

Pimenta do Reino X I I

SOL QUADRADO – O ex-prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, foi condenado a 8,4 anos de prisão por crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena será cumprida em regime fechado.

SORRINDO À TOA – Quem ficou muito satisfeito com sentença proferida pelo judiciário foi o ex-prefeito Alcides de Jesus Peralta Bernal, que também foi vítima do agora presidiário Gilmar Olarte.
 
ÔNUS DA PROVA – Em se tratando de Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja já se reuniu com os deputados, empresários e OAB, para provar que não recebeu nenhum centavo de propina da JBS.
 
MENTIRA DESLAVADA – “O que eles estão falando é mentira e facilmente será comprovado com documentos”, reagiu o ex-governador André Puccinelli em relação à delação da JBS, acrescentando que a verdade será comprovada.
 
DESAFIO – Outro nome mencionado na delação foi o do ex-governador José Orcírio Miranda dos Santos, o Zeca do PT. Através de nota relata que nunca pediu ou soube de propina vinda da JBS

FOFOCAS- Do QG político de Vander Loubet ainda ecoa uma furiosa reação aos comentários sobre a possível desfiliação do deputado federal petista. Seus assessores políticos fazem uma leitura singela, atribuindo o que chamam de “fofocas” a disputas internas do PT. O diz-que-diz-que chegou ao requinte de insinuar que Vander estaria próximo demais do PSDB. Por causa, é claro, do seu histórico perfil de conciliador, de articular-se muito bem fora do PT e, agora, por estar bem afinado com o governador tucano Reinaldo Azambuja.
 
RÉDEA CURTA - O governador Reinaldo Azambuja acompanha par e passo, e nos detalhes, todo tipo de movimentação política a seu redor. Não quer que seu nome seja utilizado indevidamente. Confere sistematicamente as agendas e desempenhos dos assessores do primeiro e segundo escalões. Em síntese, quer priorizar os desafios gerenciais e isso implica blindar-se contra questões políticas inoportunas, sobretudo as relacionadas a 2016.
 
FECHOU QUESTÃO – Sob a liderança dos senadores Waldemir Moka e Simone Tebet, o PMDB formalizou total apoio ao ex-governador André Puccinelli por acreditar na inocência do líder maior peemedebista.
 
COESOS I – Na Assembleia Legislativa a bancada do partido também hipotecou solidariedade ao ex-governador por entender que “o mesmo está sendo vítima de armação política”.
 
COESOS II – Confiam na palavra do ex-governador sul-mato-grossense os deputados Junior Mochi, Paulo Siufi, Renato Câmara, Márcio Fernandes, Eduardo Rocha e Antonieta Amorim.
 
SUCESSÃO ESTADUAL I – Com exceção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB) que é candidato à reeleição, a mobilização para definição do quadro em outubro de 2018 já foi iniciada.
 
SUCESSÃO ESTADUAL II – Dagoberto Nogueira Filho (PDT), Pedro Chaves (PSC), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Ricardo Ayache (PSB) e Elizeu Amarilha (PSDC) são alguns dos nomes que já estão circulando.
 
SUCESSÃO ESTADUAL III – Como até o presente momento não existe nada que possa impedir o anúncio de sua pré-candidatura, o ex-governador André Puccinelli, do PMDB, ainda assim prefere dar tempo ao tempo.
 
ANALISANDO O QUADRO – Quem está ouvindo muito é o ex-prefeito de Campo Grande e presidente do diretório regional do PTB, Nelson Trad Filho. Ele almeja uma vaga no Senado da República.
 
RETORNO – O advogado criminalista Fábio Trad sabe perfeitamente bem que em disputa política o importante não é competir, mas vencer. É possível que ele saia candidato a deputado federal pelo PSD.

QUESTIONAMENTO – O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), tem conversado com Reinaldo e Puccinelli, entre outras lideranças. Estaria o alcaide analisando com quem irá compor em 2018?

PERGUNTAR NÃO OFENDE – Se o Brasil é um país cujo regime político é democrático, ou seja, de vereador a presidente da República a escolha é feita por decisão da maioria, então porque é que o voto é obrigatório?
 
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O atual prefeito, Dr Bandeira, deve tentar uma vaga de Deputado Estadual nas próximas eleições?

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