02/05/2022 às 13h05min - Atualizada em 02/05/2022 às 13h05min

Bastidores Políticos com Fonseca Junior

"Quando a esmola é demais, o santo desconfia", diz adágio popular que explica porque decisão sobre aliança previamente costurada estaria demorando. Segundo consta, dinheiro suspeito teria entrado na conversa e preocupado um dos lados.

Como nas  eleições deste ano um dos focos da fiscalização deve ser a origem dos recursos, envolvidos teriam achado a proposta 'boa demais' para ser verdade.
Quem participou de uma das conversas reservadas andou revelando que os planos e números pareceram fantasiosos até mesmo para os mais empolgados sonhadores.
Além disso, um dos avisos teria sido justamente para que a origem do dinheiro suspeito não fosse questionada.

No entanto, apesar do alerta para não questionar de onde viria a grana, dizem que o plano seria contabilizar tudo. Ou seja, alguém teria que 'esquentar' o dinheiro suspeito para aparecer na prestação de contas eleitorais.

Um dos pontos de negociação seria como lidar com eventuais sobras de campanha, que acabariam sendo uma forma de recolocar o dinheiro à disposição para uso após o período eleitoral.

Informação foi balde de água fria em acordo que alguns já davam como certo e as conversas em Mato Grosso do Sul teriam sido reabertas.

Maurício Picarelli, ex-deputado estadual, foi parabenizado nas redes sociais pelo seu aniversário, como sendo dono de um dos bordões mais famosos do Mato Grosso do Sul. “Não assine nada sem ler, quem avisa amigo é”.
O Presidente da  Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Paulo Corrêa (PSDB) felicitou Picarelli por completar 75 anos de vida.

A prefeita Adriane Lopes visitou o CMO (Comando Militar do Oeste) e foi agraciada com um acervo histórico e cultural sobre o local. Além da lembrança, a gestora fez jus aos looks da ocasião e com uma calça verde-militar. Qualquer semelhança é mera coincidência.

Além das agendas públicas, Adriane se reuniu com a ex-ministra Tereza Cristina (PP). A foto do encontro foi publicada no Instagram da prefeita, que tem recebido a chapa concorrente no gabinete.

Pré-candidato ao Governo do MS, Capitão (PRTB) Contar começou a trabalhar fundo na pré-campanha e segue em uma série de agendas internas desde o último feriadão.
Fora da Prefeitura de Campo Grande desde começo do mês de abril, Marquinhos Trad (PSD) tem baseado seus discursos sobre seu tempo de gestão como prefeito e nas ações de pré-campanha ao Governo do Estado. Em reunião com os líderes comunitários das sete regiões de Campo Grande, o prefeito tem rememorado seus tempos de gestor da Capital.

O presidente da Câmara de Campo Grande, Carlão mandou abraço para o ex-governador André Puccinelli (MDB), quando um vereador do partido mencionou as andanças dele pelo Estado. O dirigente aproveitou para mandar a mesma saudação para Rose Modesto (União Brasil), Marquinhos Trad (PSD), Eduardo Riedel (PSDB).

Segundo Carlão, democracia é isso: pluralidade de candidaturas. Os nomes citados são alguns dos pré-candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul nas eleições de 2022. Para ele, qualquer um que ganhar fará um bom trabalho. Apesar do posicionamento, o presidente já disse que estará ao lado de Marquinhos.

A Câmara Municipal de Campo Grande aprovou moção de congratulação a Alelis Izabel de Oliveira Gomes, secretária municipal de Educação, por agora integrar a diretoria provisória do PDT em Mato Grosso do Sul.
No entanto, o vereador Marcos Tabosa, do mesmo partido, foi contrário e fez questão de falar ao microfone sobre o assunto.

Que o vereador Marcos Tabosa (PDT) vive em pé de guerra com ex-prefeito Marquinhos Trad (PSD), não é novidade. Mas, agora, com a legenda comandada por uma comissão provisória - que tem possíveis aliados ao ex-chefe do executivo municipal - a situação começou a esquentar.

Tem parlamentar abalado com o possível apoio do PDT à candidatura de Marquinhos ao Governo do Estado. O diretório do partido, no entanto, adianta que não tem nada definido e que o vereador está sendo precipitado.

O senador Nelsinho Trad (PSD) foi um dos parlamentares que descerrou a placa da Sala do Municipalismo, inaugurada ontem (27), em Brasília, com “mão na cordinha” e tudo, ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e com direito a fotinha no Instagram.

Municipalismo, vale lembrar, foi a principal bandeira de campanha do senador quando disputou o cargo majoritário. E convenceu boa parte do eleitorado: Nelsinho teve quase 425 mil votos em 2018.

O pré-candidato a presidência da república Ciro Gomes (PDT) ainda não tem data definida para visitar terras sul-mato-grossenses. Sem candidato ao Governo do Estado, o Diretório Nacional da legenda ainda segue sem saber quem vai apoiar no MS.

Mesmo com o Governador do Estado dizendo que o PSDB teria palanque para o Ciro Gomes, o diretório diz que seria uma ‘construção difícil’, já que o candidato tucano, para disputar as eleições, recebe apoio de uma ex-ministra bolsonarista declarada.

É que a saída de última hora do ex-presidente estadual do partido - o agora tucano Dagoberto Nogueira - balançou a estrutura do PDT em Mato Grosso do Sul, causando uma pequena saia-justa, bem próximo às eleições.

O vereador Marcos Tabosa disse que, se o PDT de MS apoiar o pré-candidato ao Governo do Estado Marquinhos Trad (PSD), vai usar a oportunidade para fazer propaganda contra o ex-prefeito de Campo Grande.

Lideranças de direita que estiveram nos movimentos pró-Bolsonaro, no Dia do Trabalhador, falaram que os atos foram bancados inteiramente por eles. Fizeram questão de dizer que os políticos que estavam por lá estavam pegando ‘carona’.

O deputado federal Luiz Ovando (PP), pré-candidato à reeleição, participou das manifestações de 1º de maio pelo Dia Mundial do Trabalhador e de apoio a Bolsonaro, no estilo do tudo junto e misturado.

O parlamentar diz que já elaborou uma estratégia para atrair a atenção do eleitorado que tem mais de 65 anos para ele no dia 2 de outubro.
 
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