26/08/2021 às 11h31min - Atualizada em 26/08/2021 às 11h31min

Pimenta do Reino XLV

Depois, do Nordeste, Lula desembarca em Juiz de Fora, Contagem e Belo Horizonte em setembro. Há resistências sobre um encontro com o prefeito de BH, Alexandre Kalil, do PSD, que avisa que, mesmo com qualquer acordo do partido de Gilberto Kassab com o ex-presidente “não põe a camisa do PT de maneira alguma”. 

Em se falando do PSB:
Há quem diga que a elevação dos índices de preferência popular de certo pré-candidato, conforme levantamento para consumo interno, fez com que houvesse melhoria nos ânimos da galera, que, assim, decidiu dar as mãos e suar a camisa para valer.
Como já existe uma determinação para que todos adotassem o lema dos três mosqueteiros da história - um por todos e todos por um -, os números serviram para dar mais, digamos, vigor para o pessoal.
Ainda em relação aos tais números, conversa é que turma que não e muito satisfeita com os rumos que iniciados sendo tomados argumento para mostrar que aliado não seria tão insubstituível assim. 
Essa ala, inclusive, acredita que poderia ser formada chapa pura para a disputa majoritária. 
Porém, como a última palavra é do chefe ...

 A cada eleição novas leis! Quem se beneficia destas mudanças? Não houve dois pleitos consecutivos, desde 1990, com as mesmas regras.
Enfraquece as instituições e favorece a impunidade de políticos corruptos.
A propósito: porque não  copiar os americanos: Eles mudaram a Constituição só 27 vezes desde 1789.
Mudamos as leis como se troca de roupas.
 
A volta das coligações passou fácil na Câmara, mas no Senado será difícil!  Azar dos pequenos partidos (sem ideologia)  tidos como de aluguel e dos políticos neles abrigados. Os reflexos serão vistos nas eleições estaduais. Assim deve diminuir a quantidade das siglas partidárias. Aqui no MS. não será diferente.
 Antes o eleitor votava num candidato e sem saber acabava elegendo outro que não o representava. Era como atirar num passarinho e matar outro: votar num candidato a favor do aborto e eleger um contrário.
 Pelo visto teremos uma eleição nacional sem coligações.
 É o fim do voto de carona. Quem não tiver voto próprio suficiente – não levará!
 
Referência nacional na vacinação contra o Covid-19 e no crescimento econômico em plena crise, nosso Estado agora é elogiado também por reduzir o ICMS nas faturas de energia elétrica de todos contribuintes  durante a bandeira vermelha da Aneel.  O Estado atravessa excepcional fase com investimentos em várias áreas, quer da iniciativa privada, dos cofres estaduais e do Governo Federal.  

O episódio da deputada Joice Hasseimann caminha para o esquecimento. Esperava-se reações de indignação de algumas bancadas parlamentares, especialmente de deputadas ativas nos casos dos direitos humanos e defesa das mulheres. Talvez um dia surja a verdade. Até aqui, pelas contradições dos relatos dela, não convenceu.
 
Difícil dizer o que acontecerá  no DEM de MS até Abril do ano que vem.
Se o ex-ministro Mandetta vai ocupando espaço na mídia nacional, a ministra Tereza Cristina vai se fortalecendo com presença efetiva na capital e interior.
Essa vinda recente – por exemplo – do ministro Tarcísio G. de Freitas dos Transportes mostrou  o quanto ela é prestigiada. Mas o desafio dela é popularizar sua imagem nas classes mais baixas.
Que desafio!
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