06/11/2019 às 12h34min - Atualizada em 06/11/2019 às 12h34min

Vereadores” decidem” pelo Prefeito

Assunto: Lombadas eletrônicas

Somos sabedores que a empresa “dona” das lombadas eletrônicas instaladas no Estado de Mato Grosso do Sul, rompeu contrato com o DETRAN-MS e desativou todas elas.
Pois bem. O que que a empresa vai fazer com as lombadas?
Como o Governo do Estado (DETRAN-MS) não quer, a Prefeitura de Amambai quer.
O Superintendente de Trânsito de Amambai, esteve reunido com o Presidente do DETRAN-MS, para tratar da permanência e volta do funcionamento das lombadas eletrônicas instaladas no perímetro urbano do município destacando “Nosso objetivo não é arrecadar dinheiro e sim, garantir a segurança dos nossos munícipes no trânsito".
Segundo o Detrat, levando em consideração a diminuição real dos acidentes em Amambai, a Prefeitura do Município decidiu então propor uma nova parceria com a empresa, agora no âmbito municipal.
Após o acordo fechado, o município de Amambai que antes não tinha compromisso com a empresa, apenas cedia o espaço, passará a pagar um valor mensal pela estadia e manutenção dos equipamentos e em contrapartida, o valor arrecadado através das notificações (MULTAS) que antes iam inteiramente para os cofres do Estado, passarão a somar nos cofres do município. Até aí tudo bem.
Mas acontece que a partir daí os vereadores que fazem parte da base de sustentação do Prefeito, passaram a “decidir” pelo Prefeito, quando o assunto é lombada eletrônica, senão vejamos:
Afirmando que as passarelas elevadas surtem o mesmo efeito que as lombadas eletrônicas mas evitam a punição com multas, o vereador Geverson Vicentin pensou em solicitar da prefeitura a troca das lombadas por passarelas elevadas, mas a sugestão não teve êxito.

A solicitação que seria enviada ao prefeito municipal, por intermédio do requerimento número 080/2019, foi rejeitada pelos vereadores que fazem a base de sustentação do Prefeito, que, “decidiram” que o Prefeito “não deveria ser consultado” sobre a possibilidade ou não da troca ser feita.
Na sessão seguinte, o mesmo vereador apresentou outro requerimento, como manda a lei, querendo saber do Prefeito, as possibilidades de se promover uma votação(consulta) popular para decidir sobre a substituição ou não das lombadas eletrônicas por paralelas elevadas, nos moldes em que foi feita a consulta (votação) que decidiu pelo Anel Rodoviário em detrimento do asfaltamento de ruas da cidade, e novamente os vereadores “decidiram” pelo prefeito votando contra o requerimento.

Tá certo isso?
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